13 de jun de 2010

TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR



O transtorno afetivo bipolar é também conhecido como psicose maníaco depressiva ou transtorno bipolar do humor. As pessoas afetadas experimentam mudanças extremas de humor, que vão desde uma depressão profunda até a euforia exagerad (conhecida como mania). O número, freqüência e duração destes períodos de depressão e mania variam de pessoa para pessoa.

Causas

Estudos recentes mostram que o transtorno afetivo bipolar tende a ser hereditário. Os cientistas estão tentando identificar os genes que possam levar ao desenvolvimento desta doença. Os episódios individuais desta doença geralmente se dispersam em eventos estressantes.
Sintomas

Os sintomas da depressão incluem:
-Persistente falta de ânimo, com sentimentos de infelicidade
-Perda de interesse em atividades que antes eram agradáveis
-Irritabilidade ou agitação
-Dificuldade de concentração
-Perda de auto-estima e confiança em si mesmo
-Pensamentos do tipo "não vale a pena viver"
-Cansaço e problemas para dormir; a princípio se desperta cedo com a sensação de não ter descansado
-Falta de apetite
-Perda de interesse no sexo

Os sintomas da mania incluem:
-Alegria exagerada. A pessoa fica eufórica, com uma irrefutável sensação de bem-estar e se vangloria
-Aumento de energia e hiperatividade
-Aumento do volume da voz. Muitas vezes a pessoa fala mais alto e rápido do que o normal
-Menor necessidade de dormir
-Perda de inibições, o que pode conduzir a atitudes inapropriadas e impulsivas
-Idéias e planos grandiosos e exageradamente otimistas
-Nos casos graves, os pacientes podem desenvolver sintomas psicóticos, delírios ou alucinações.

Tratamento

Os episódios depressivos são tratados da mesma forma que outros problemas depressivos: com terapia psicológica e medicação antidepressiva.
Os episódios de mania geralmente são tratados com medicação anti-psicótica (como por exemplo, clorpromazina e haloperidol). Estes podem causar efeitos colaterais como: rigidez, tremores, boca seca e constipação. No entanto, esses efeitos secundários podem ser tratados com outros medicamentos.
Às vezes os pacientes necessitam ir a um hospital para receber tratamento adequado.
Em outras ocasiões, durante alguns episódios agudos, são utilizados medicamentos para estabilizar o humor. Estes são usados também em terapias preventivas de longa duração, para evitar recaídas. O mais usado é o lítio.

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